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Criatividade e Liderança – O que podemos aprender com as Crianças

Esta semana, estava conversando pelo skype com uma amiga que tem dois filhos pequenos. Em determinado momento, o de 7 anos veio lhe mostrar um desenho que havia acabado de fazer.

Era um veleiro lindo e majestoso que atravessava um mar agitado, com aquarelas compradas antes da quarentena começar (talvez, este veleiro signifique alguma coisa…ou qualquer semelhança com a nossa realidade atual seja uma mera coincidência, não sei).

Fato é que ele escolheu cores diferentes para todas as partes do barco, nenhuma delas muito usuais, mas o resultado final ficou ótimo. O menino tem talento. Acabou sendo uma bela pintura e uma grande expressão da sua criatividade. Fizemos um festa ali para ele e depois, continuamos conversando.

Passado um tempo, a sua outra filha de 9 anos viu o que o menor havia feito, também quis se envolver e começou a ser criativa de maneiras diferentes. Pediu para a mãe imprimir um jogo de palavras cruzadas para que ela pudesse exercitar o seu cérebro, durante este período e passar o tempo também.

Na sequência, desligamos para ela poder cuidar dos seus filhos.

Parei, então, para refletir sobre alguns pontos de aprendizado para as lideranças, quando observamos como as crianças se comportam:

  1. Não seja prescritivo em tudo: Ela deixou o seu filho pintar o que quisesse, da forma que quisesse e saiu um lindo barco com cores diferenciadas. Permita, portanto, que os seus colaboradores criem ideias e dê oportunidade para a possível implementação delas. As soluções do seu time, em geral, costumam ser aceitáveis geram um espírito de pertencimento, como orgulho para eles.
  2. Não interfira: veja que a mãe o deixou lá. Dizer a alguém o que fazer ou como, mina a criatividade. Em vez disso, faça perguntas aos seus colaboradores – como você acha que isso poderia ser feito? Como você vai resolver esse problema?
  3. Forneça os recursos adequados: assim como vários lápis aquareláveis estavam disponíveis, os colaboradores precisam das ferramentas e dos recursos certos para fazer um bom trabalho. Providencie para que isso aconteça, a fim de que possam oferecer toda a sua capacidade de trabalho.
  4. Crie o ambiente certo: um ambiente que não seja tóxico e onde a criatividade seja incentivada estimula as pessoas a entregarem até mais do que você espera. O desenho do pequeno: espetacular! Na advocacia, empregamos pessoas para pensar e não para serem soldados mandados. Para virem boas ideias, é preciso tolerar um certo grau de erro, caso contrário o ambiente fica contaminado.
  5. Comemore realizações e as conquistas: quando os colaboradores usam sua criatividade e um resultado positivo é alcançado, celebre e reconheça o feito. Nós duas fizemos uma bela festa para ele!
  6. Mostre que eles são importantes – isso engaja as pessoas a se sentirem parte e eles mesmos incentivam os outros a se engajarem também. Veja a pequena, com buscando palavra-cruzada pra cabeça!

Os líderes devem facilitar a criatividade e o uso dos pontos fortes do seu time no local de trabalho. Quando os advogados sentem que fazem parte de um ambiente seguro e fortalecedor, seu potencial tem imensas chances de aparecer e as suas respectivas contribuições podem crescer.

Neste tempo de distanciamento, de mudança e de estresse para todos, você oferecido isso para os seus colaboradores?

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