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Se você acha importante o foco no cliente, entenda a necessidade do foco no colaborador!

Viagem ao centro do colaborador, um título inspirado no trabalho de Júlio Verne, é provavelmente a aventura mais emocionante que qualquer organização deve empreender hoje em dia em termos de estratégia de gestão de pessoas.

Se você acha importante o foco no cliente, deve entender que para atingi-lo, é preciso centrar primeiro o foco no colaborador.

Certamente, há muitos aspectos que uma empresa deve levar em conta para realizar esta aventura e cada escritório de advocacia ou departamento jurídico precisa ter uma preparação específica e adaptada à sua cultura e ao seu próprio contexto.

Contudo, qualquer empreendimento que realmente coloque as pessoas do projeto no centro de sua organização, deve fazer as seguintes dimensões funcionar:

Liderança com foco no  colaborador: Um estilo obviamente baseado na escuta ativa e longe da inferência das expectativas, no qual o papel do gerente se concentra em fazer perguntas em vez de dar respostas. Um estilo que convida à participação e que permite a liberdade de expressão do talento de cada advogado.

Processos para entender as necessidades, as expectativas e as preocupações: Um derivado direto de liderança focada sobre o colaborar é construir processos que identificam as necessidades e expectativas das pessoas. Eles transcendem as avaliações de desempenho e pesquisas de clima cada vez mais ineficazes.

Desenho de experiências positivas de socialização e relacionamento ao longo do ciclo na organização: A área de pessoas deve projetar experiências positivas em cada uma delas para que o colaborador esteja sempre no epicentro de sua administração, da sua recolocação ao seu desligamento.

Incentivo à participaçãoÉ difícil consolidar uma estratégia voltada para o colaborador, se a sua participação ativa e aberta não for permitida nos confins da organização. Ele deve ser o protagonista.

Enriqueça a experiência do colaborador com o feedback deles: Não se trata apenas de ouvir e canalizar expectativas, interesses e preocupações.  Trata-se, acima de tudo, de usar o feedback de uma maneira útil, dando voz aos colaboradores, mas também, dando credibilidade à sua opinião, tratando-os como adultos.

Se você quer ter mais resultado no seu escritório de advocacia ou no seu departamento jurídico, pense sobre isso. O foco no colaborador faz toda a diferença.