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Você já sofreu com a Síndrome do Impostor?

Se você já sentiu que é uma fraude ou duvidou muito das suas habilidades no trabalho, acredite, você não é o único.

Há muitas pessoas que têm o constante sentimento de que, a qualquer momento, serão desmascaradas como essa fraude, mesmo que as evidências mostrem o contrário. Essa é a Síndrome do Impostor.

Mulheres e homens que experimentam esta síndrome não querem “correr o risco” de serem descobertos. Por isso, eles não querem tornar visíveis os seus talentos porque, ao não internalizar as suas conquistas, não acreditam que aquilo é real e sofrem com isso.

Esta síndrome tem afetado mais as mulheres do que os homens. Michele Obama, Meryl Streep, Jennifer Lopes, Kate Winslet e outras tantas já se manifestaram sobre ela.

A síndrome do impostor não é considerada um transtorno mental ou um desvio de traço de personalidade, mas apenas uma resposta a certos estímulos externos.

Segundo os profissionais que estudaram, as causas incluem:

– Dificuldade que a pessoa temem se reconhecer por suas conquistas, mas que se reprovam a cada erro que cometem em um looping;

– Baixa autoestima: Pessoas que sentem que não possuem as habilidades necessárias para realizar o seu trabalho.

–  E perfeccionismo, exigência e permanente insatisfação.

Quais são as consequências e como abordá-las?

A síndrome não ajuda o profissional a crescer, seja individualmente, nem do ponto de vista social como um todo.

Por um lado, tem-se a perda social de talentos. Aqueles que sofrem desta síndrome se tornam invisíveis e deliberadamente se afastam de qualquer contexto que percebam como competitivo.

Individualmente, provoca um excesso de esforço: convencido de que é um “falso” e que eles vão descobri-lo, o profissional se esconde cada vez mais para se afastar do espectro do fracasso.

Se você achar difícil internalizar as suas conquistas e acredita que está realmente enganando a todos, a melhor maneira de começar a vencer isso é:

  1. Compare a sua autoavaliação com as opiniões que terceiros emitem sobre você: avaliações de desempenho no trabalho, recomendações e agradecimentos. Elas combinam? Tá rolando um match nisso daí?
  2. Aceite os parabéns e os elogios. Pense bem no significado final de tudo isso, antes de deixar que o seu cérebro lhe diga “se eles soubessem que eu… não tenho capacidade, não tenho competência, não sou bom, etc.”. Para com isso!
  3. Não se encolha, não se permita diminuir. Isso não tem nada a ver com humildade. Isso tem a ver com falta de autoconfiança. Dê a si mesmo a oportunidade de competir. Não perca com antecedência.
  4. Compartilhe os seus medos. Quando você os expressa, eles saem da cabeça e perdem a força.

Perceba que 70% das pessoas já passaram por esta sensação em algum momento de suas vidas. O problema é quando ela se torna crônica a ponto de impedir o seu crescimento profissional. Analise a sua vida e não deixe que uma Síndrome dessas lhe impeça de levar o seu potencial e brilho para onde você quiser.